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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Políticos - Os Bons, os Maus e os Assim Assim,



Esta coisa da política ou de fazer política, não é só quando nos chamam para votar, aí sim, chamam-nos para decidir e intervir através do voto, mas antes de o fazermos, teremos que ter um pensamento consciente, para o que de facto interessa para nós e para o País.

O que desvirtua a política é a pouca credibilidade e não há dúvida que essa irresponsabilidade é toda dos políticos que temos elegido! A elevada abstenção é reflexo dessa falta de credibilidade em que os cidadãos se demitem de continuar a contribuir para uma gestão ambígua e pouco credível dos destinos do País.

Temos um grupo de pessoas no novo governo, que tiveram uma certa coragem em tentar conduzir para melhor os destinos do País reabilitando-o como nação economicamente viável e autónoma que honrará os compromissos assumidos, sacrificando todos sem excepção principalmente os que mais podem.

Vêm aí tempos de apertar o cinto quando não existem mais furos. Há-que emagrecer a despesa corrente do estado cortando gastos anormais e fora de contexto, viaturas topo de gama, festas despropositadas, quadros superiores com vencimentos fora do razoável etc. A nova classe política dirigente já está a enviar alguns sinais que apontam em racionalização de custos.

E nós? Pois muito bem, tiremos os cintos e vamos pensar em como individualmente poderemos e devemos cortar com tudo o que possa ser supérfluo na nossa gestão doméstica e económica diária. Prolongo o apelo do Prof. Medina Carreira, que sobrevaloriza a gestão de uma dona de casa perante a dos os gestores públicos e do próprio ex-ministro das finanças, para que seja feita uma gestão racional e ponderada no seio das famílias e que possamos incutir nos mais novos hábitos de gestão e de boas práticas económicas e racionais.

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